Bill C. Pamplona
Deus não quer que você se endivide no cartão de crédito ou cheque especial, para depois dar seu "dízimo de consciência" na Igreja. Ele quer que você tenha uma vida financeira modesta e disciplinada, para servir o Senhor com suas finanças, livre da escravidão das dívidas. Uma coisa é religiosamente dar 10% de sua renda na Igreja, outra coisa é colocar suas finanças 100% à disposição do Reino, para aliviar o sofrimento dos pobres, do órfão e das viúvas em nosso meio. Deus quer obediência, não sacrifício (Oseias 6:6).
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Existe uma série com dois excelentes artigos sobre o dízimo no website pão e vinho, que eu indico. Os artigos e seus links são:
O dízimo na Bíblia e na história -- http://paoevinho.org/?p=259
Não dizimo. Sou ladrão? -- http://paoevinho.org/?p=436
eu acho que para o verdadeiro discípulo não precisa nem estabelecer porcentagem. Toda contribuição deve vir de um coração generoso e, principalmente, grato! O antigo testamento é que precisava de, para tudo, ter regras e cabrestos. Hoje não, não é mais dízimo coisa nenhuma, é voluntariado em prol da ajuda ao próximo. E esse próximo é qualquer pessoa e não somente instituições, como muitos tolamente acreditam!
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